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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Lula deu aval à mudança de Meirelles para o PSD

Por Everton Araújo

O ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva foi consultado e deu aval para a troca de partido de Henrique Meirelles, que deixou o PMDB para integrar o PSD, nova sigla fundada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Os dois tiveram um encontro reservado para tratar do assunto há cerca de três semanas na sede do Instituto Lula, em São Paulo. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.


Meirelles, que foi presidente do Banco Central durante o governo Lula, se filiou ao partido na sexta-feira passada, último prazo para os interessados em disputar as eleições municipal de 2012 trocarem de legenda.

Ele relatou a Lula sua insatisfação com o PMDB, ao qual se filiou em 2009 com o objetivo de ser candidato à vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT). Ele também afirmou que desejava voltar à cena política a partir de São Paulo, onde mantém um escritório desde o início do ano. A prefeitura da capital é o principal alvo de Lula nas articulações para 2012.

Ele tem repetido que uma vitória é essencial em seu plano para quebrar a hegemonia do PSDB no Estado.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Eduardo Graeff e o samba de criolo doido

Livro aponta corrupção de Sarney a Lula e ‘justiça’ FHC

Escrito pelo cientista político Eduardo Graeff, secretário-geral da Presidência na era Fernando Henrique, obra, em inglês, atribui desvios à tradição patrimonialista e à cultura de transgressões. Mas será que houve no texto um exercício de memória seletiva?

 Ilustração Observatório
por 247 - Dias atrás, um email começou a ser disparado pelo Instituto Fernando Henrique Cardoso. Era um convite para o download do e-book "Corruption in Brazil - From Sarney to Lula", disponível na Amazon, maior livraria virtual do mundo. Lançado em inglês, ele foi escrito pelo cientista político Eduardo Graeff, que, na era FHC, ocupou a Secretaria Geral da Presidência da República, em substituição a Eduardo Jorge. Escrito com verniz acadêmico, o livro poderia oferecer uma boa contribuição para o debate ético no Brasil, não fosse um vício de origem: o viés partidário, expresso no próprio título do livro. Ou seja: segundo Graeff, a corrupção só fez crescer no Brasil entre Sarney e Lula, tendo tido como único hiato a era FHC. Será que alguém acredita nisso? E será que o ataque sistemático à corrupção, numa espécie de neoudenismo, é mesmo o melhor caminho para o PSDB?

De acordo com o ex-colaborador de FHC, a cultura de transgressões brasileira remonta à tradição patrimonialista ibérica, que faz com que agentes de governo tenham dificuldades em distinguir o público do privado. E nossos governantes, em vez de ocupantes transitórios do poder, seriam "Donos do Poder", como bem argumentou Raymundo Faoro, em sua obra máxima.

José Sarney, primeiro presidente civil desde a ditadura, teria aberto as porteiras da corrupção, após 21 anos de atividade política represada pelo regime militar. E assim teve um governo marcado por escândalos, como o dos "Anões do Orçamento", muito embora Graeff reconheça que Sarney só caiu em desgraça em função do fracasso no combate inflacionário. Sobre Collor, que veio depois, Graeff fala pouco mais do que o óbvio. Depois de incensado como "caçador de marajás" por boa parte da mídia, ele sofreu o impeachment em função das sobras de campanha e do que esquema PC.

 Ilustração Observatório
Bom, mas quando chega a era FHC, o Brasil se transforma no reino de ética pura e todos os escândalos, como os que atingiram André Lara Resende, Luiz Carlos Mendonça de Barros e Eduardo Jorge, são injustiças decorrentes da prática do denuncismo. Ainda que eles tenham sido, de fato, inocentados nos processos judiciais que sofreram, terá sido mesmo a era FHC um hiato de honestidade no Brasil?
Apenas para relembrar:
- Ricardo Sergio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, que construiu consórcios na privatização das teles, dizia agir no "limite da irresponsabilidade".
- Benjamin Steunbruch, amigo e empregador de Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC, comprou a CSN e a Vale, de onde depois foi expelido, com o apoio ostensivo dos fundos de pensão.
- Partidos como PMDB e PFL, atual DEM, participaram ativamente da administração tucana, dominando setores estratégicos, como Transportes e Minas e Energia, o que alimentou o argumento de que o governo FHC, se não roubava, deixava roubar.

Bom, e quando chega a era Lula, o Brasil se torna o reino da corrupção explícita e escancarada, com exemplos fartos, como o mensalão e de outros escândalos.
Na apresentação, Graeff diz que um dos objetivos do livro é fazer justiça a FHC, que teria sido alvo de um denuncismo irresponsável e politicamente dirigido. No fim, conclui que a sociedade já não aceita mais, passivamente, todas as denúncias que lhe são servidas.
Talvez porque saiba que o discurso anticorrupção no Brasil é hipócrita.

Observatório -  Resumindo: FHC é um "santo".

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Uma vez tucana, nem sempre tucana


por Sergio Lirio, na Carta Capital

Patrícia Amorim, presidente do
Flamengo, troca o PSDB pelo PMDB.
Quem diria, até a camisa do clube ela mudou por
causa do ex-partido. Foto: Fabio Motta/AE

O imã da base governista é mesmo poderoso. Nem a presidente do Clube de Regatas Flamengo, Patrícia Amorim, apaixonada tucana carioca resistiu. Antes do fim da janela de troca partidária, que se encerra na sexta-feira 7, Patrícia Amorim deixou o PSDB e filiou-se ao PMDB do vice-presidente Michel Temer e do governador do Rio, Sergio Cabral.

Quem não se lembra da força que Patrícia Amorim tentou dar a José Serra e ao PSDB nas eleições presidenciais do ano passado? Obrigou até o Flamengo, time de maior torcida do Brasil ao lado do Corinthians, a entrar em campo no Brasileirão com um inexplicável uniforme azul e amarelo, no lugar do tradicional vermelho e preto, com a desculpa que eram as primeiras cores utilizadas pelo remo do clube.
Nada como uma eleição após a outra.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Kassab e integrantes comemoram "nascimento" do novo partido, o PSD

por Franco Ahmad

Por 6 votos a 1, o tribunal aprovou o registro da legenda Partido Social Democrático (PSD), que passa a ser a 28ª em funcionamento no Brasil.
A decisão, que encerra uma novela que se arrastava desde o começo do ano, acarretará mudanças profundas no tabuleiro político nacional.

Idealizador do Partido Social Democrático (PSD),
Gilberto Kassab

Durante o julgamento, o ponto mais polêmico do debate entre os juízes foi a validação das assinaturas certificadas pelos cartórios eleitorais, mas que não foram carimbadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Os ministros Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani, Teori Zavascki, Carmem Lúcia, Nancy Andrigui (relatora da matéria) e Ricardo Lewandowski (presidente do TSE) votaram a favor do PSD. Apenas Marco Aurélio Mello foi contra.

O PSD já nasce com 40 deputados federais em exercício --representando a sexta maior bancada da Câmara dos Deputados, ao lado do PP --mas planeja chegar a 52. Com a criação do novo partido, o DEM perde 17 dos 44 deputados em atividade, ficando com uma bancada de 27. Maior alvo do PSD, o DEM cai um ponto no ranking de bancadas, passando de sexta para sétima maior da Casa.

Oficialmente, o PSD tem 43 deputados eleitos e mais quatro suplentes. Mas sete de seus titulares estão licenciados para ocupar cargos de secretários em seus Estados. Por isso, na atual configuração da Câmara, ele fica com 40 deputados federais em exercício.
O maior prejudicado será o DEM, que perde 17 dos 44 deputados em atividade, ficando com uma bancada de 27. Com isso, o DEM cai da sexta para sétima maior bancada da Casa e terá que abrir mão de espaços físicos e cargos em relatorias.

O PSD tem mais deputados eleitos que estão licenciados para ocupar cargos em seus Estados. A legenda nasce politicamente híbrida. Nos 27 estados, o arco de alianças vai do PT ao PSDB, passando até pelo DEM.
Em São Paulo, o PSD deve apoiar o PSDB se José Serra ou Aloysio Nunes Ferreira forem candidatos. Caso contrário, o partido pode apoiar o PV ou lançar um candidato próprio.
Kassab já disse que seu partido não é de esquerda, nem de direita, nem de centro.

deputado federal Fábio Faria
No twitter, o prefeito de São Paulo e idealizador do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, comemorou:  "Nasceu o PSD! Parabéns a todos os brasileiros que participaram das diversas etapas da sua criação", afirmou. "Cumprimento a Justiça Eleitoral brasileira por sua eficiência e seriedade", disse.
Em outra postagem  serviu para marcar a primeira reunião após a oficialização. "Amanhã às 09:00h faremos a 1ª reunião da Executiva Nacional, na sede do PSD, em Brasília".

Outros Integrantes do PSD utilizaram o microblog Twitter para comemorar a decisão, como o deputado federal Fábio Faria (ex-PMN -RN),  que aproveitou para mobilizar os apoiadores. "4 x ZERO!!! O PSD está pronto!! Viva a DEMOCRACIA!!! Vamos as filiações no Brasil por todo o final de semana!! Valeu Brasil!! Valeu RN!!".
No Rio de Janeiro, o candidato do partido deve ser o ex-deputado Indio da Costa, que foi candidato a vice-presidente na chapa de José Serra. "TSE votou favoravelmente: nasceu o PSD!!", postou no twitter.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Campos, na mira do PIG (Partido da Imprensa Golpista) já recebe primeiros disparos.


O governador de Pernambuco tem cara de presidenciável, age como tal e seu partido, o PSB, que já mostrou força na disputa do TCU, tem um plano ambicioso para as eleições municipais. Resultado: ele começa a ser alvejado pelos adversários


por Brasil 247 - Pernambuco é hoje um dos estados que mais crescem no País. Seu governador, Eduardo Campos, tem quase 90% de aprovação local e é também admirado por empresários, como Cledorvino Bellini, da Fiat, que escolheu a cidade de Goiana, na fronteira com a Paraíba, para o maior projeto da montadora no Brasil. Campos tem cara de presidenciável e se move como presidenciável. O resultado de toda essa movimentação é natural: o presidente nacional do PSB já entrou na alça de mira dos adversários. Reportagem publicada hoje na Folha de S. Paulo aponta que o governador de Pernambuco e sua mãe, a deputada federal Ana Arraes, já pagaram R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis pertencente a uma filiada do PSB.
O governador pernambucano hoje é visado porque se transformou num nome nacional. Seu partido foi o grande vencedor na disputa para a mais recente vaga no TCU, elegendo Ana Arraes, contra o também governista Aldo Rebelo. E Campos, embora aliado do PT no plano federal, também mantém pontes com o PSDB, em estados importantes como Minas e Paraná.
Graças a essa capacidade de agregar, ele já é visto por muitos como uma alternativa presidencial mais forte do que o senador Aécio Neves – na fila da política brasileira, Dilma seria a primeira alternativa para 2014, Lula a segunda e Campos a terceira. Para dar impulso às ambições nacionais de Campos, o PSB também estrutura um ambicioso plano para as eleições municipais de 2012, que prevê multiplicar a quantidade de prefeitos da legenda no país. Em alguns estados, como o Mato Grosso, o plano é multiplicar por 10 o número de prefeitos.
O PSB conta com quatro prefeituras em Mato Grosso e articula candidatura própria em 60 municípios, inclusive na capital, Cuiabá. O plano é conseguir eleger pelo menos 40 prefeitos e outros 40 vice-prefeitos, o que garantiria o partido em 80 dos 125 municípios do estado, segundo o deputado federal Valternir Pereira presidente estadual do partido. No Piauí, só para dar outro exemplo, a meta é elevar o numero atual de 40 prefeitos para 80. E as ambições do PSB, que já foi o partido que mais cresceu nas eleições federais do ano passado, se repetem em todos os estados. Portanto, Eduardo Campos que se acostume a frequentar o noticiário político dos jornais de alcance nacional.
Locação de veículos
De acordo com a reportagem da Folha, a sócia majoritária da empresa de locação de veículos, Renata Ferreira, é filiada ao partido e tem emprego, como terceirizada, no Ministério de Ciência e Tecnologia – além disso, seu pai trabalha no gabinete de Ana Arraes desde 2007. Renata Ferreira resolveu entrar no partido em outubro de 2009, uma semana depois de ter vencido uma licitação para fornecer automóveis para a representação do governo pernambucano em Brasília, registra a reportagem.
Além de Campos e sua mãe, outros três deputados pagam para ter um carro: Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), Keiko Ota (PSB-SP) e Gastão Vieira (PMDB-MA), recém-empossado ministro do Turismo. O alvo, no entanto, é o governador pernambucano.

O menino de Lula contra os meninos de Alckmin

Crédito das fotos: Agência Brasil, Reprodução/Divulgação Site Oficial

por Ricardo Kotscho no Balaio do Kotscho

Está ficando mais claro o quadro da disputa pela Prefeitura de São Paulo no próximo ano.
Pelas últimas movimentações nos dois maiores partidos, teremos mais uma vez o confronto entre PT e PSDB, desta vez com caras novas, apresentando o menino de Lula (Fernando Haddad) contra os meninos do governador Geraldo Alckmin (Bruno Covas e Gabriel Chalita).
Já vou explicar meu raciocínio, como diria o velho comentarista esportivo da Rádio Camanducaia.
Alckmin aproveitou nesta segunda-feira o evento da transferência do domício eleitoral de Bruno Covas de Santos para São Paulo e o abençoou como seu candidato oficial para o lugar de Gilberto Kassab, o atual prefeito, que por enquanto não se definiu sobre um nome para a sua sucessão.
Como Gabriel Chalita surgiu no cenário político revelado pelo ninho tucano de Alckmin, e é ainda muito ligado à primeira-dama, dona Lu, o governador poderá também colocar suas fichas no candidato do PMDB, caso não vingue a candidatura do neto de Mário Covas.
Desta forma, ele poderá ter dois nomes ligados a ele para enfrentar Fernando Haddad, o ministro da Educação indicado por Lula, que cada vez mais vai consolidando seu nome na disputa interna do PT.
Chalita já avisou que não vai abrir mão da sua candidatura de jeito nenhum e, desta forma, o PMDB poderá ser mais uma vez o fiel da balança entre os dois maiores partidos, que ainda poderão fazer prévias, uma possibilidade cada vez mais remota.
Tem mais um monte de candidatos se lançando, mas não passam de figurantes que vão negociar seus apoios mais adiante.
Atual Secretário de Meio Ambiente do governo paulista, Bruno Covas já começou dando mancada logo no dia do lançamento da sua candidatura.
Deu uma desastrosa entrevista ao "Estadão" em que conta como um prefeito lhe ofereceu 10% de comissão para liberar uma emenda parlamentar de R$ 50.000,00, no seu primeiro mandato de deputado estadual.
Bruno tentou desmentir o que falou, alegando que foi "mal-interpretado", o que é um desastre em política. Quando você tem que dar explicações, já entra perdendo.
Em comum, as três novidades da disputa paulistana se destacam pela absoluta falta de ideias e propostas para São Paulo. Ninguém, talvez nem eles próprios, sabe o que Bruninho, Gabrielzinho e Fernandinho pensam sobre a cidade e o que pretendem fazer com o espólio de Kassab.
Para os eleitores, o cenário não é nada animador. Pelo menos, não teremos desta vez os velhos retratos de Maluf, Serra e Marta na urna eletrônica.

Mais um ex-BBB vai às urnas

 por Rosália Rangel 
Depois de encantar o público do Big Brother Brasil 11, da Rede Globo, o administrador de empresas Daniel Rolim vai entrar para a política. Ele será um dos candidatos do Partido Republicano (PR) a vereador do Recife nas eleições de 2012. O nome dele foi anunciado, ontem, durante o mutirão de filiações realizado na sede do partido. Daniel não compareceu porque estava no Rio de Janeiro, mas já assinou a ficha de adesão ao PR, segundo revelou o presidente do diretório municipal da legenda, o deputado licenciado Alberto Feitosa. Daniel surge, então, como uma aposta de votos para o PR, respaldado pelo carisma de quem conquistou o terceiro lugar em um programa de alcance nacional.

O caminho que Daniel irá trilhar é o mesmo de outros participantes do Big Brother. Na campanha de 2008, Tatiane Pink tentou uma vaga na Câmara do Recife pelo DEM. A ex-BBB recebeu 4.256 votos, ficando em quarto lugar entre os candidatos que disputaram pelo Democratas. Um outro ex-BBB, que participou do mesmo programa com Pink, teve mais sorte. Vencendor do Big Brother 5, o baiano Jean Wyllys ganhou a eleição para deputado federal em 2010, concorrendo pelo Psol.

 Ter uma celebridade na lista de candadatos é sempre uma atrativo a mais para os partidos. Na avaliação do cientista político Túlio Velho Barreto, a participação de famosos no processo eleitoral, a princípio, não deve ser vista de forma preconceituosa. “É legítimo a qualquer pessoa concorrer. Até porque alguns podem surpreender”, afirmou, citando o deputado Jean Wyllys, que tem hoje um papel importante na luta em defesa dos direitos dos homossexuais. Ele lembrou que os partidos têm o mesmo interesse pelos jogadores de futebol. “São pessoas de muita visibilidade e que ajudam a eleger os caciques das legendas. Além disso, não precisam de muito trabalho porque já são famosos”, salientou. A projeção do PR é de que Daniel Rolim deverá ter uma votação de aproximadamente 15 mil votos.

O mutirão de filiações foi comandado pelo presidente estadual do PR, deputado Inocênio Oliveira. A legenda vai disputar a eleição municipal em 70 municípios. “Vamos trabalhar para eleger 40 prefeitos”, estimou o republicano. No Recife, o PR vai apoiar a reeleição do prefeito João da Costa (PT). “Estamos fechados com o prefeito e temos certeza que ele vai recuperar a gestão porque tem projetos importantes para entregar à população”, afirmou Inocêncio. O deputado disse, ainda, que a legenda não vai perseguir o filiado que resolver trocar de sigla nem vai fazer alianças com partidos que não estejam na base de sustentação do governo Eduardo Campos.