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sexta-feira, 2 de março de 2012

Kibe Loco acerta parceria com R7

 A partir desta sexta-feira (2/3) as piadas e brincadeiras do Kibe Loco fazem parte do conteúdo do R7, informa comunicado oficial do portal.

O site foi criado, em 2002, pelo publicitário Antonio Pedro Tabet com objetivo de se divertir nos momentos de folga. Entretranto, com a popularização da internet, passou a ser acessado por mais de 200 mil pessoas diariamente.
Tabet diz que criou o site porque "não queria sucumbir ao tédio de trabalhar na área de marketing de um banco e por isso criei um blog para escrever e fazer montagens engraçadas."

O publicitário confirma que a partir da nova parceria com o R7 seu site de entretenimento entra numa nova fase. "Estou muito feliz porque agora iniciamos uma parceria com o portal que mais cresce e mais investe numa mídia inovadora, livre, ousada e democrática", atesta Tabet.

O diretor geral do R7, Antonio Guerreiro, diz que "a chegada do Kibe Loco deixa o R7 com um conteúdo de entretenimento exatamente como é o publicitário Tabet: inteligente, sagaz e com um olhar ímpar sobre os fatos do dia a dia."




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Rede Record desmente encerramento de veículos e promete processo


A manhã da última sexta-feira (17) começou agitada no mercado de comunicação brasileiro. Notícia publicada pelo site AdNews dava conta de que a cúpula da Record já estava decidido - e os funcionários avisados - o fim do portal de notícias R7 e do canal de noitícias Record News. A juistificativa para o fim dos veículos seria o fato de os dois produtos não conseguirem justificar os investimentos.

Rapidamente, a informação se espalhou na web, mas não se tratava de informação nova. A informação sobre o encerramento da Record News e do R7 circulam desde janeiro. Alguns órgãos de imprensa tinham cravado que a emissora sairia do ar no dia 31 daquele mês, mas em comunicado oficial o grupo desmentiu a notícia, garantindo a permanência do canal até o fim da cobertura especial dos Jogos Olímpicos de Londres. Com relação ao R7, as informações apenas decretavam seu fim.


Após o boato disseminar na internet, Antônio Guerreiro, diretor geral de Internet do Grupo Record, postou mensagem em seu perfil no Twitter, desmentindo as notícias. "Crescimento da internet em 2011: 8.93%. Crescimento do R7: 112%, o maior entre todos os portais". 

O Portal IMPRENSA conversou com Luiz Pimentel, editor do R7, que negou veementemente a informação sobre o fim do Portal. "Não há nada que justifique as notícias divulgadas hoje. Não sabemos dizer nem de onde isso surgiu. No ano passado o R7 cresceu 112%. Tivemos mudanças normais na redação, mas não houve nenhuma vaga fechada". 

Além disso, Pimentel ressaltou que Record News e R7 estão diretamente ligados à transmissão dos Jogos Olimpícos de Londres e não faria sentido encerrar os canais. "Faremos uma cobertura grande dos Jogos em Londres, como fizemos no Pan-Americano no ano passado. Só o R7 terá 13 canais transmitindo ao vivo as competições", afirmou.

Em comunicado oficial, o Grupo Record afirma que "o ataque foi divulgado sem identificar qualquer fonte de informação pelo site Adnews, na mesma semana em que a empresa anunciou que se tornava parceira do portal UOL, um dos concorrentes do R7".
       
A nota informa também que o R7 tem registrado excelentes resultados em menos de três anos de atividades, com crescimento de 111,61%, enquanto o mercado brasileiro de internet se expandiu 8,73% no mesmo período.
Sobre a Record News, o comunicado afirma que "apesar de sofrer boicote de algumas operadoras de televisão paga, [Record News] segue como o canal de notícias com o maior número de telespectadores do país".
          
No fim do comunicado a Record informa "que vai tomar medidas judiciais contra estes ataques, que podem trazer prejuízos para nossas atividades".    

As informações são do Portal Imprensa

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Direção do R7 contesta acusação de que teria demitido estagiários por vazamento de e-mail


Antonio Guerreiro, diretor-geral do R7
De acordo com denúncias contidas em um e-mail que circulou por diversas redações na última sexta-feira (13), a recente troca de cargos de chefia do portal R7 tem resultado em “assédio moral por conta de demissões de estagiários em pleno horário de expediente, provocadas não por critérios profissionais, mas pessoais”.

Segundo a mensagem eletrônica, denominada “denunciajornalismo2012”, as demissões estariam relacionadas à denúncia de que o portal teria obrigado estagiários a criarem perfis falsos em redes sociais para disseminar opiniões positivas sobre a cobertura dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Em outubro de 2011, uma nota publicada pelo jornalista Ricardo Feltrin, do portal F5 - pertencente ao Grupo Folha -, confirmou a informação por meio de e-mails vazados do próprio R7. Ele afirmou que “obteve, com exclusividade, cópias de diálogos entre estagiários, parentes e funcionários da emissora”.

Na ocasião, a Record informou à coluna do F5 que “mantém junto ao seu Departamento de Internet um grupo de trabalho responsável por fortalecer e divulgar a marca da emissora e de seus produtos nas mídias sociais”. A nota também dizia que a empresa “não endossa ações anti-éticas e vai apurar internamente se houve algum tipo de desvio de conduta”.

A mensagem “denunciajornalismo2012” diz que, recentemente, dois estagiários que haviam sido considerados "ótimos profissionais", em avaliação interna feita por seus superiores imediatos, foram desligados do R7 “sem justificativa” e conclui que o ambiente no portal seria de "insatisfação, tensão e medo" gerado por uma “possível queda de braço entre chefes, além da queda de audiência”.

IMPRENSA contatou Antonio Guerreiro, diretor-geral do R7, que contestou e esclareceu as informações do e-mail:
O R7 está em crise de audiência?

Estamos em festa no portal. O ano de 2011 fechou e o R7 foi o portal que mais cresceu, de acordo com dados do Ibope NetView. Enquanto o UOL cresceu 11,18% e o Globo 9,15%, crescemos 112,12%.

De que maneira você explica os boatos de demissões de estagiários?

Conforme ocorre todos os anos, os que têm os seus contratos vencidos dependem de vagas abertas para serem contratados/efetivados, de acordo com o rendimento que apresentaram durante seu período de estágio, como ocorre em qualquer empresa. Os que foram dispensados estão em nosso banco de talentos para eventualmente serem aproveitados em algum momento futuro, visto que - no momento - não há vagas.

Existe uma disputa de chefias?

A respeito desta chamada "disputa", talvez possa ter algum eco entre as pessoas que foram dispensadas pela direção de conteúdo, seguindo os critérios que te expliquei acima. Hoje, o R7 tem a mim na direção-geral, a Aline Sordili na direção de conteúdo, o Luiz Pimentel na chefia de redação e Lígia Braslauskas na gerência de jornalismo.

Você contesta essas informações enviadas a outros jornalistas?

Infelizmente, não podemos agradar a todos o tempo todo. Insatisfações são comuns, principalmente àqueles que são dispensados. O que não posso é dar crédito a e-mails apócrifos ou que utilizam-se de pseudônimos para manter seu anonimato. A porta de minha sala está e sempre esteve aberta a qualquer funcionário, dos aprendizes aos diretores, para ouvir sugestões, críticas, elogios, o que for. E sempre estará.


Fonte: Portal Imprensa


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dilma está satisfeita com o Brasil de Dilma

por Ricardo Kotscho no seu  Balaio do Kotscho

Serena e firme, muito à vontade e cheia de boas notícias, a presidente Dilma Rousseff parecia satisfeita ao fazer um balanço dos seus primeiros nove meses de governo na manhã desta quinta-feira.
Em entrevista aos apresentadores Celso Zucatelli e Chris Flores, do programa Hoje em Dia, durante café da manhã no Palácio da Alvorada, transmitida ao vivo pela TV Record, Dilma mostrou-se confiante nas condições que o país reúne hoje para enfrentar a crise econômica mundial, anunciou um aumento de 14% no salário mínimo em 2012 e prometeu melhorar a gestão da saúde pública antes de se discutir um novo imposto.
"É mais do que bom", respondeu na lata, no começo da descontraída conversa de uma hora com os dois jornalistas, quando Zucatelli lhe perguntou se é bom governar o Brasil. "É uma honra e um orgulho governar o Brasil neste bom momento que o país vive, crescendo e distribuindo renda".
Não, ela não sonhava em ser presidente da República numa época em que as mulheres nem pensavam nisso. Queria ser bailarina e bombeiro, mas agora se mostra contente com o papel que o destino lhe reservou, e nem piscou o olho quando entrou no ar uma reportagem sobre a sua trajetória de vida até chegar à Presidência.
Vendo-se na tela ao fazer o discurso de abertura da Assembléia Geral da ONU na semana passada, a presidente se lembrou de milhões de mulheres que ainda são vítimas da segregação em várias partes do mundo, destacou "a fase de extrema valorização internacional" que o país atravessa e reconheceu o mérito dos seus antecessores para que o Brasil ganhasse uma posição de destaque na ONU.
A entrevista-conversa, em que os entrevistadores deixaram o papo fluir sem querer aparecer mais do que a entrevistada, foi intercalada por reportagens. Após ouvir o depoimento de três "mulheres guerreiras" contando histórias de superação, em que elas afirmam ter-se inspirado na presidente, Dilma comentou que "elas também me inspiram".
Mais desenvolta do que em entrevistas anteriores, Dilma dirigiu-se principalmente ao público feminino, predominante nas manhãs da televisão, e nem tocou na comida da mesa farta à sua frente. Só tomou alguns goles de suco de laranja.
Sempre citando números, falou de aposentados, emprego, saúde, impostos e mostrou-se otimista com o futuro: "A expectativa de vida está aumentando, mas antes da população ficar mais velha, o país vai ficar mais rico. Temos uma população economicamente ativa numa faixa etária boa para darmos um salto de crescimento e cuidar melhor dos nossos aposentados. ".
Entre as boas notícias, a presidente contou que em Manaus, no dia anterior, durante reunião com sete governadores da região, lançou a Bolsa Verde, que dará uma ajuda de R$ 100 por mês e crédito a juros mais baixos para quem preservar a floresta, beneficiando 4 milhões de pessoas. "Vocês sabiam que 62% dos pequenos empreendedores no Brasil são mulheres?", fez questão de destacar.
Quando lhe perguntaram se o Brasil estava livre da crise, foi realista. "Nenhum país está livre das conseqüências, mas o nosso país está hoje mais protegido do que na crise de 2008". Para ela, "no momento em que os Estados Unidos e a Europa compram menos produtos brasileiros, o mercado interno, com a força do consumo e a renda melhorando", dá mais confiança ao país.
As reservas brasileiras também lhe dão tranqüilidade. "Nós temos hoje um pé de meia de US$ 351 bilhões", contou com orgulho, como fazem os síndicos na prestação de contas em reuniões de condomínio.
Sobre o aumento de IPI nos carros importados, a presidente foi dura: "Precisamos proteger o emprego dos brasileiros, fui eleita para isso. Qualquer empresa estrangeira, para não pagar imposto maior, vai ter que gerar empregos aqui. Este governo não vai deixar que ameacem os nossos empregos".
"Compromisso tem que virar idéia fixa, vou fazer de tudo para melhorar a saúde", prometeu, ao falar da saúde pública, lembrando os tempos de campanha eleitoral. Admitiu "problemas sérios de gestão" e a falta de médicos em várias especialidades, mas deu esperanças de que o quadro pode melhorar.
Dilma anunciou que o governo vai financiar cursos para formar 4.500 médicos e quem se comprometer a trabalhar por pelo menos dois anos no SUS não terá que devolver o dinheiro. Depois de lembrar que os vizinhos Chile e Argentina investem mais em saúde pública do que nós, deixou claro que vai buscar novas formas de financiamento para aumentar os recursos nesta área.
"A saúde no Brasil precisa de mais dinheiro. Não estou pedindo hoje mais impostos porque precisamos melhorar primeiro a gestão. O governo tem que provar que tem condições de melhorar o atendimento ao público antes de pedir mais recursos".
Na parte final do programa, Dilma viu a apresentação sobre a cobertura que a TV Record fará dos Jogos Pan-Americanos, que começam daqui a 15 dias, com a participação de 250 profissionais, em Guadalajara, no México. E ainda teve tempo para brincar com o chef Edu Guedes, que entrou no ar dos estúdios de São Paulo com sugestões para o almoço.
"Eu quero saber é a receita do sorvete... Tem que socializar o sorvete..."
Desta vez, ninguém falou de faxina nem de malfeitos. Cada coisa tem sua hora e lugar. Dilma chega aos nove meses de governo agradando até quem não votou nela.